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FAVORITISMO E TRÁFICO DE INFLUÊNCIA NA TAAG: Três mulheres enriquecem de forma ilícita

Um esquema envolvendo três amigas – Liliana Pais, Gabriela Bastos e Maria Pardal – veio à tona na companhia aérea angolana TAAG. Segundo informações, Liliana Pais conseguiu um contrato como consultora SAP na TAAG, com a suposta proteção de suas amigas Gabriela Bastos e Maria Pardal, que ocupam cargos de chefia na empresa.

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Há 2 anos
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Para além do contrato de consultoria, Liliana Pais também conseguiu autorização para fazer uma formação em SAP em Lisboa, com os custos sendo pagos pela TAAG. Isso é visto com estranheza, tendo em vista que a TAAG alega falta de pessoal qualificado internamente, mas ao invés de treinar seus colaboradores nacionais, opta por enviar uma amiga para uma formação no exterior.

Especialistas questionam se a contratação de expatriados na TAAG está sendo feita apenas quando não há conhecimento interno disponível, como deveria ser. Afinal, por que a empresa contrata consultores sem o devido conhecimento técnico e ainda precisa pagar por suas formações, além de arcar com altos salários, moradia, veículos e viagens?

O caso levanta preocupações sobre a gestão da TAAG e o tratamento desigual entre quadros nacionais e expatriados. Até quando os colaboradores angolanos continuarão sendo prejudicados? É preciso maior transparência e responsabilização para que a empresa volte a cumprir seu papel de forma eficiente e justa para todos os envolvidos.

C/Lil Past News